
passei de brisa ao vento
arisco sentimento
qual onda de mar
esparramada na areia
debrucei-me
sobre as próprias vontades
acalentei vaidades
tentei calcificar verdades
depois do maremoto
quietude
Úrsula Avner
* imagem retirada do Google- autoria não informada
Interessante a sua transição da brisa ao vento, e no inverso, da maremoto à quietude. É preciso saber transcender de um momento ao outro, de uma fase à outra,sem perder a essência.Parabéns
ResponderExcluirDepois do que Carlos disse, não há mais nada que eu possa acrescentar, acho que está perfeito assim como sua escrita.
ResponderExcluirGosto de suas poesias pois falam de forma simples e direta das analogias poéticas, ou seja é fácil para mim entender o que vc diz!
Bjão e Obrigada por estar sempre indo me visitar lá no Norte!
gostei muito!!!
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